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Um programa de remuneração bem montado visa obter o melhor equilíbrio entre fixo e variável, alinhando objetivos e resultados, de acordo com as características do negócio e do perfil de profissionais desejados, além de reduzir custos e anular/minimizar eventuais efeitos desmotivadores deste elemento de gestão.
Uma forma de avaliar a competitividade de um pacote de remuneração é compará-lo com o mercado através de pesquisas. Neste caso, o mercado deve ser composto por empresas para as quais podemos tanto buscar quanto perder profissionais.
Até a definição e implantação do sistema de remuneração, estamos tratando da parte “fria” da organização. A parte “quente” envolve colocar as pessoas certas, nos lugares certos, com as ferramentas adequadas. Ou seja, fazer a gestão das pessoas.
Gestão das pessoas é uma função indelegável das chefias. Não de uma área de RH. O chefe é o responsável por contratar, orientar, treinar, desenvolver, motivar, avaliar o desempenho de sua equipe. Por sua vez, a função do RH é criar e definir as políticas e ferramentas corporativas garantindo sua aplicação de forma equanime entre as áreas, além de apoiar e orientar os gestores na tomada de decisões que envolvam pessoas.
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