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A análise de cenários não é uma ciência exata. Trabalha-se con incertezas e probabilidades. Quanto mais informações forem consideraras e de fontes diferentes, melhor. Não dá para adivinhar o futuro, mas é possível se preparar para vários cenários distintos. Um grupo de profissionais com formação e raciocínio semelhantes, ainda que bem capacitados, poderão desconsiderar fatores relevantes. Portanto, é desejável admitir um certo grau de diversidade cultural para enriquecer debates e discussões.
O planejamento estratégico não pode ser uma ação anual, deve ser um processo contínuo e sistêmico. As dinâmicas de mercado são cada vez mais rápidas. Quanto mais rica a análise de tendências e cenáros melhor e com maior antecedência serão observadas potenciais riscos, ameaças e oportunidades. Quem sai na frente pode levar vantagem, especialmente se a estratégia competitiva estiver posicionada no vetor de melhor produto/melhor design (que demanda mais inovação).
Outra questão importante que deve ser considerada é: por que os potenciais clientes do mercado alvo vão considerar comprar o seu produto ou serviço?
O que sua empresa vai ofertar de diferente ou melhor que a concorrência e que seja importante para os clientes?
Não apenas conquistar clientes é complicado, mantê-los é ainda mais difícil. Aqui cabe uma observação: clientes satisfeitos também trocam de fornecedores. Fidelizar clientes não é uma tarefa fácil. Numa escala de 0 a 5, apenas clientes com níveis de satisfação acima de 4,5 podem ser considerados fidelizados e é muito difícil atingir este nível. É necessário um excelente alinhamento interno para que efetivamente se aplique e se desenvolva os diferenciais competitivos escolhidos.
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